Notícias - EU emissions

(...)the European Commission has said, pointing to data showing that industrial emissions in 2008 were 3% lower than in 2007. In European Voice

Notícias - Ferreira Leite

(...)o país está a ser "enxovalhado" internacionalmente com a manutenção de Lopes da Mota no Eurojust e desafiou o Governo a demitir o presidente deste organismo europeu. In Expresso

Notícias - Velupillai Prabhakaran

O chefe do exército do Sri Lanka, general Sarath Fonseka, anunciou que os militares encontraram o corpo do líder dos Tigres Tamil(...) In DN

Notícias - Guardas prisionais de Miami

impasse no accionamento do protocolo para doentes com suspeita de gripe A levou o (INEM) a deixar em quarenta os dois técnicos In Ionline

Sondagens Europeias

Um dos métodos mais inovadores e poderosos (leia-se certeiros) de estimar resultados eleitorais tem sido a utilização de simulações, nomeadamente nos EUA.

Para as Eleições Europeias, a corretora de apostas Betfair (que é uma bolsa de apostas e não uma casa de apostas tradicional) apresenta mercados para alguns países europeus, com destaque para o Reino Unido.

De acordo com as mais recentes apostas(que confirmam de resto os resultados de sondagens), o UKIP (UK Independence Party, que defende a saída do Reino Unido da UE) surge à frente do partido actualmente no poder, o Labour é claro. Na prática isto significará qualquer coisa como 15 Deputados.

O UKIP é o partido que gosta de "decorar" as sessões plenárias com números de circo - vestindo t-shirts com mensagens de propaganda ou contrastando com o cinzentismo de muitas intervenções com discursos inflamados .
Autor: Pedro Pinto de Sousa 0 Comentários

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A arma secreta

Amigos meus criticam-me o facto de não abordar o CDS-PP nestas crónicas. Têm razão. Por isso, reparo a omissão.

No anúncio da lista para o Parlamento Europeu, o CDS indicou que busca eleger três candidatos. O falado trio de cabeças-de-lista tinha esse propósito. E, há dias, Paulo Portas assegurou que o seu partido será o que mais vai subir. A aposta é forte.

Tem surpreendido, assim, que a candidata número 3, a deputada Teresa Caeiro, vice-presidente do partido, a mais-valia decisiva da lista e baliza da ambição de conquista, ainda não tenha aparecido: nem na pré-campanha, nem nesta primeira semana. Nuno Melo anda com o líder do partido. Diogo Feio já apareceu. Mas de Teresa Caeiro… nada! Até poderia dar a ideia de que pretendem mantê-la escondida.

O meu pensamento é outro: está certamente guardada para a última semana, como a arma secreta do CDS-PP, trampolim para a eleição dos três eurodeputados.

Não seria a primeira vez que Teresa Caeiro faz esse sacrifício dos últimos minutos. No referendo para liberalização do aborto, em 2007, a deputada Teresa Caeiro aguardou exactamente o último dia de campanha para anunciar na imprensa, dois dias antes do voto, que divergia do partido e não votaria “Não”. Deixou a ideia de que votou “Sim”. E, seguindo essa linha, tem-se destacado também na defesa do casamento homossexual, afirmando, em entrevista, sentir a missão de mostrar que a direita não é tacanha e retrógrada.

A posição estratégica como terceira candidata traduz por certo a exposição desta nova modernidade pela direcção do CDS-PP. E nisso assenta a minha convicção de que Teresa Caeiro não está escondida; antes guardada para arrasar na recta final em defesa da liberalização do aborto e do casamento homossexual, temas que são frequentes nos debates no Parlamento Europeu.”


[Ribeiro e Castro na Rádio Renascença]
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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O Islamismo no Mundo Ocidental




Chega a ser assustador...
Vejam até ao fim porque vale a pena.
Autor: Nuno Campo 2 Comentários

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Justiça integrada


A União Europeia é, por excelência, um espaço de integração e harmonia. Integração e harmonia ao nível do ambiente, do comércio, das políticas comuns de agricultura e pescas. Mais recente é o modelo social europeu pelo qual o eurodeputado Silva Peneda tanto tem batalhado, é mais uma amostra da vontade comum dos países da União em unirem esforços na luta por interesses comuns e por uma melhor integração. O Euro, as fronteiras, a liberdade de circulação de bens... e a justiça?
Não obstante os diversos esforços em uniformizar procedimentos (ex. o mandato europeu de captura ou o Tribunal de Justiça das Comunidades), a verdade, porém, é que é uma área da governação onde mais atrasada está a integração e o processo de harmonisação europeia. Veja-se a titulo de exemplo o caso português em que, aquele a que se chama, o “novo código de processo civil”, ainda não atingiu a maioridade (faz este ano 14 anos de vigência) e já sofreu centenas de actualizações e umas belas dumas reformas. A reforma da acção executiva, por exemplo, é um caso típico de diarreia legislativa onde parece que ninguém tem em conta a necessidade de estabilidade procedimental e processual para que bem saibam os actores da justiça, actuar em favor da sua realização. E se não bastasse esta panóplia de actualizações, ai que se fala de um regresso ao passado com nunces do presente. Pois é! Fala-se de voltar ao modelo antes dos “P´s” e dos “C´s” mas... digitalizado. Ora, seria interessante admitir as confusões, paradoxos e bolas ao poste desde então (2003), e reconhecer que afinal, aqueles senhores que em 2003 e 2004 lutavam pelo regresso ao passado, não eram apenas os velhos do restelo que tinham preguiça em aprender a usar o computador, mas tinham a noção clara dos erros e sobretudo das insuficiências do modelo que aí estava predefinido.
Ora, e o que se passa lá fora? Lá fora, por exemplo, há recursos de amparo! Coisa que em Portugal se acha indigno para a magistratura. Ora, achamos indigno que um Juiz profira um acordão inconstitucional porque os juízes não “inconstitucionalizam”, mas não achamos indigno que esse mesmo acórdão seja objecto de “revista” nas comunidades porque... sabe-se lá porquê. Mas mais e pior se encontra.
É que se falamos de liberdade de circulação de pessoas e bens, liberdade e igualdade no trabalho, temos que admitir que algo está mal na justiça. Senão vejamos. Um aluno de Direito cá em Portugal tem uma série de privilégios por ser estudante no espaço europeu. Isto porque, quando acabar o curso, ele próprio decide se quer cá ficar ou ir trabalhar para Inglaterra. O único problema é que chega a Inglaterra e não pode ser advogado por que lá usam a Common Law. Vai então para Bruxelas ou França... mas não o querem porque não percebe nada da legislação nacional desses Estados e mesmo que faça o exame de integração à Ordem Nacional do país de acolhimento, não cobre a legislação toda e como tal, fica de fora.
Porque não um Código de Processo Civil para a União Europeia? Porque não um processo Administrativo harmonisado para a União Europeia? Porque não regras de investigação criminal comuns no espaço europeu? Porque não processos de apreciação de constitucionalidade semelhantes com as vicissitudes dos diferentes regimes e órgãos de soberania? Porque não uma justiça única para a europa?
Autor: Tiago Sousa Dias 2 Comentários

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Sondagem Aximage (amanhã no CM)

A sondagem da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã (publicada amanhã) dá uma vantagem de sete pontos ao PS nas eleições para o Parlamento Europeu. Abstenção atinge 64,7%.

O PS recolhe 38% das intenções de voto nas eleições para o Parlamento Europeu, o PSD recolhe 31,1% das intenções de voto, segundo o mesmo estudo, o que abriria a possibilidade de eleger oito eurodeputados, o Bloco de Esquerda surge como a terceira força política mais votada, ao alcançar 8,5% das intenções de voto. Com este comportamento, o BE conseguiria eleger mais um deputado, aumentando a sua representação para dois representantes. O PCP manteria os seus dois deputados no Parlamento Europeu, com uma votação de 7,9%, e o CDS conseguiria eleger um deputado, passando a quinta força política mais votada, com 6,3% das intenções de voto.



Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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Jogo das 10 diferenças!




Será que alguém ainda vai em cantigas??
Autor: Nuno Campo 0 Comentários

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Perguntar não ofende

Já vi a Dra. Ilda Figueredo - cabeça-de-lista da CDU ao Parlamento Europeu e cabeça-de-lista da CDU à Câmara de Gaia - várias vezes com este casaco, enquanto distribui panfletos em defesa dos trabalhadores e dos salários.

Considerando que perguntar não ofende: qual a marca do casaco?
Autor: João Pedro Lopes 1 Comentários

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Liberta(s) ?

Um dos aspectos mais intrigantes da actual campanha para as Europeias é a presença de um novo movimento anti-Tratado de Lisboa, o Libertas, que concorre com listas próprias em muitos países europeus.

Em Portugal o movimento "infiltrou-se" nas listas do MPT, que segundo relatos dos jornais, tem mais de um milhão e 200 mil Euros para gastar na sua campanha...

As motivações e origens da fortuna do milionário irlandês que encabeça o movimento, Declan Ganley, são pouco transparentes. Bem-sucedido ao encabeçar o movimento anti-Tratado Lisboa na Irlanda, Ganley fundou o Libertas com o objectivo de formar um grupo político autónomo no Parlamento Europeu.

No seu blogue, o correspondente do Economist em Bruxelas sugere porquê.
Recuperando declarações públicas do antigo Secretário de Estado dos Assuntos Europeus de Nicolas Sarkozy, Jean Pierre Jouyet (que exerceu funções durante a Presidência francesa), o colunista sugere que Ganley poderá também servir de testa-de-ferro daqueles que em Washington receiam que o Tratado de Lisboa converta a UE numa potência multilateral mais poderosa...

Já agora, segundo a mesma fonte, o Libertas arrisca uma claríssima derrota eleitoral no 7 de Junho e a possibilidade de formar um grupo político autónomo não deverá passar de uma miragem.
Autor: Pedro Pinto de Sousa 0 Comentários

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Aconteceu-me em Bruxelas!

Todos nós ,que viajamos de avião, estamos familiarizados com as restrições que são, de há uns tempos para cá, colocadas à bagagem de mão dos passageiros.
Por vezes, lá temos que deixar uma embalagem de shampô novinha, ou um frasco de perfume, porque têm mais de 100ml, e como tal não podem ser transportados connosco (mesmo que estejam no casco...népia, não dá para levar).
Nem mesmo uma garrafa de água! Confesso que por vezes me tira do sério, esta nova panóplia de medidas, supostamente de segurança.
E digo supostamente, porque depois de um apertado exame às nossas sacolas, malas e maletas, depois de tudo ser passado no raio x e depoisde sermos devidamente "apalpados", podemos ir comer qualquer coisa antes de embarcar e abrir o paozinho com um facalhão idêntico a este que podem ver na imagem...
Coincidência ou não, este insólito teve lugar no aeroporto de Bruxelas antes de eu embarcar para o Porto...

Há coisas fantásticas não há? É esta a segurança dos aeroportos da Europa!!?



Autor: Nuno Campo 3 Comentários

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A culpa esteve em Nice, dirão eles dia 7 de Junho

Afirmação de fuga muito usada em noites eleitorais parece estar de volta nas mais variadas análises aos possiveis cenários de resultado eleitoral. Torna-se evidente e sabido que no dia 7 de Junho todos os partidos perdedores dirão que apesar de reduzirem os seus deputados, tal facto estará associado à redução do número de deputados portugueses no PE e não a qualquer quebra de confiança dos eleitores no seu partido.

Tal desculpa será, entre muitas outras e tantas quantas as imaginações dos candidatos permitir, apresentada como o resultado de uma novidade incontrolável e decidida em Nice. Mesmo quem mantiver os mesmos deputados dirá, aposto, que ganhou. É que agora eram só 22 e não 24, como em 2004. Nada mais errado.

Como tal, por uma questão de objectividade e para evitar dúvidas, deixo desde já o único critério que considero minimamente aceitável. Serão derrotados os partidos cujos resultados forem inferiores ao seguinte: PS - 12 mandatos, PSD - 7 mandatos, PP - 2 mandatos, PCP - 2 mandatos e BE - 1 mandato.

A perda de lugares e o grau de dificuldade em manter é repartido por todos. Mais acresce que a derrota não se prende apenas no número de cadeiras em que se sentam. Mas sim na perda de influência que o partido conseguirá. Parece-me evidente que um partido com 12 deputados é diferente de um com 8 porque perde influência, perde poder negocial, perde lugares, e no PE, com 7 [creio], p.ex., perde o direito a uma vice-presidência, etc....
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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