Notícias - EU emissions

(...)the European Commission has said, pointing to data showing that industrial emissions in 2008 were 3% lower than in 2007. In European Voice

Notícias - Ferreira Leite

(...)o país está a ser "enxovalhado" internacionalmente com a manutenção de Lopes da Mota no Eurojust e desafiou o Governo a demitir o presidente deste organismo europeu. In Expresso

Notícias - Velupillai Prabhakaran

O chefe do exército do Sri Lanka, general Sarath Fonseka, anunciou que os militares encontraram o corpo do líder dos Tigres Tamil(...) In DN

Notícias - Guardas prisionais de Miami

impasse no accionamento do protocolo para doentes com suspeita de gripe A levou o (INEM) a deixar em quarenta os dois técnicos In Ionline

Fui

Fui... e não volto
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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não é o cortejo da queima

Nada melhor que uma manifestação de agricultores em dia de Conselho Europeu, em pleno coração das instituições, em Bruxelas.
Não imagino o futuro de Barroso mas o meu dia tornou-se, manhã cedo, infernal!






Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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Parlamento Europeu tem 18 "deputados-fantasma"


En décembre dernier, le Conseil européen des chefs d’État et de gouvernement a décidé que si le traité de Lisbonne entrait finalement en vigueur, il s’appliquerait immédiatement aux institutions communautaires. En particulier, la nouvelle Commission, qui doit pourtant être nommée cet été, comptera un commissaire par État membre (et non plus un nombre inférieur à celui des États comme le prévoyait le traité de Nice) et le Parlement européen passera de 736 membres (Nice) à 751 membres.

En tout, douze pays gagnent des députés : l’Espagne (+4), la France, le Royaume-Uni, la Suède, l’Autriche, (+2 chacun), l’Italie, la Pologne, les Pays-Bas, la Bulgarie, la Lettonie, la Slovénie et Malte (+1 chacun). Normalement, l’Allemagne doit en perdre 3 (à 96), mais il est difficile de « désélire » des députés légalement élus.

Problème : comment désigner ces futurs députés ? Certains pays, comme la France, l’Italie, la Pologne, les Pays-Bas et le Royaume-Uni ont décidé de ne rien décider pour ne pas donner l’impression de préempter le vote irlandais. Les autres ont déjà adopté des lois ad hoc afin que le ou les sièges supplémentaires soient distribués aux suivants de liste en tenant compte du nombre de voix (y compris en cas de vote préférentiel).

Le problème est un peu particulier dans le cas de la France où le scrutin est régionalisé. À quelles régions iront donc les deux sièges supplémentaires ? La logique voudrait qu’on les attribue aux régions qui l’auraient eu si Lisbonne avait été en vigueur.

Mais, quelle que soit la solution finalement retenue, il faut reconnaître que la méthode n’est guère respectueuse de la démocratie : sans déplaire aux Irlandais, on aurait pu décider de la règle avant le scrutin « sous réserve que le traité de Lisbonne entre en vigueur ».

Jean Quatremer
Correspondente "Libération" em Bruxelas

Nota do autor: Enquanto este assunto não fica resolvido [e não afecta Portugal - em Nice perdemos 2 lugares mas Lisboa não alterava nada] os 18 deputados-fantasma serão acreditados como observadores....
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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GRIPE ...ou mais do que isso?

Assustador...
Autor: Nuno Campo 0 Comentários

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Caro? Nem muitos se comparado...

Ninguém duvida do impacto mediático da contratação de Cristiano Ronaldo. Porém convirá recordar que mesmo no Real Madrid, Cristiano Ronaldo não deverá figurar nos 30 desportistas mais bem pagos do mundo.

Só para que tenhemos noção dos valores, ficam aqui alguns: Tiger Wood no ultimo ano ganhou no total entre 70 a 80 milhões. Na penúltima época Schumacher recebeu 65,5 milhões anuais de vencimento, mais os patrocinios pessoais, prémios, os direitos de imagem, além de poder usar Direito de imagem da equipa no merchandising próprio. Raikonnen 35 a 40 milhões. Fernando Alonso 28,5 M€. No basebol, o dominicano Alex Rodriguez 19 M€, o luso-descendente Mark Teixeira 16 M€, ainda no basebol, Derek Jeter 14 M€.

Eu admiro cada um destes desportistas e seria incapaz de fazer o que eles fazem mas, segundo as contas do Programa Alimentar Mundial da ONU, o valor da transferência de Cristiano Ronaldo dava para pagar 520 milhões de refeições escolares, alimentar 8,6 milhões de etíopes esfomeados ou ajudar 2 milhões de paquistaneses que tiveram de fugir de suas casas.
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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O bom exemplo

Tinha lido com curiosidade alguns excertos reproduzidos na Imprensa, mas só hoje pude ler na íntegra o discurso de António Barreto na cerimónia de comemoração do 10 de Junho.

Aqui fica um extracto, a merecer divulgação mais ampla :


Pela justiça e pela tolerância, os portugueses precisam mais de exemplo do que de lições morais.
Pela honestidade e contra a corrupção, os portugueses necessitam de exemplo, bem mais do que de sermões.
Pela eficácia, pela pontualidade, pelo atendimento público e pela civilidade dos costumes, os portugueses serão mais sensíveis ao exemplo do que à ameaça ou ao desprezo.
Pela liberdade e pelo respeito devido aos outros, os portugueses aprenderão mais com o exemplo do que com declarações solenes.
Contra a decadência moral e cívica, os portugueses terão mais a ganhar com o exemplo do que com discursos pomposos.
Pela recompensa ao mérito e a punição do favoritismo, os portugueses seguirão o exemplo com mais elevado sentido de justiça.
Mais do que tudo, os portugueses precisam de exemplo. Exemplo dos seus maiores e dos seus melhores. O exemplo dos seus heróis, mas também dos seus dirigentes. Dos afortunados, cujas responsabilidades deveriam ultrapassar os limites da sua fortuna. Dos sabedores, cuja primeira preocupação deveria ser a de divulgar o seu saber. Dos poderosos, que deveriam olhar mais para quem lhes deu o poder. Dos que têm mais responsabilidades, cujo "ethos" deveria ser o de servir.
Dê-se o exemplo e esse gesto será fértil! Não vale a pena, para usar uma frase feita, dar "sinais de esperança" ou "mensagens de confiança". Quem assim age, tem apenas a fórmula e a retórica. Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará. Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á. Dê-se o exemplo de trabalho, de poupança e de investimento e a economia sentirá os seus efeitos.
Políticos, empresários, sindicalistas e funcionários: tenham consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda, as vossas palavras são cada vez mais vazias e inúteis e de que o vosso exemplo é cada vez mais decisivo. Se tiverem consideração por quem trabalha, poderão melhor atravessar as crises. Se forem verdadeiros, serão respeitados, mesmo em tempos difíceis.
Em momentos de crise económica, de abaixamento dos critérios morais no exercício de funções empresariais ou políticas, o bom exemplo pode ser a chave, não para as soluções milagrosas, mas para o esforço de recuperação do país.
Autor: Pedro Pinto de Sousa 0 Comentários

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O português mais caro do mundo

Tem 29 anos, é descendente de portugueses, joga basebol e vive o momento mais alto da carreira.

Após terminar contrato com os Los Angeles Angels em 2008, Mark Teixeira tornou-se num dos jogadores mais apetecíveis do mundo. Os New York Yankees, equipa da MLB (Major League Baseball) com mais títulos (26), ganharam a corrida e ofereceram-lhe um contrato de 180 milhões de dólares em oito anos.

Em euros, o valor anual ronda os 14,8 milhões (CR7 facturou nem metade - 6.8, no ano passado).
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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A Europa, essa vizinha do 5º Esquerdo


Percebemos ontem, sem excepções, complicações, complexidades ou equações matemáticas, ter votado numa Europa em que os 500 M de cidadãos que a compõem, desejam e desprezam-na, deixando que tudo o que lhe diga directamente respeito seja assunto distante e longínquo. A periferia mental que as pessoas criaram e cultivaram ante a Europa, cresce de forma apavorante e medonha. A abstenção bate recordes a cada eleição. Associamos e cimentámos a nossa adesão e os seus benefícios a um pilar exclusivamente subsidiário. Foi repetido assim anos a fio.

Mas onde vive afinal essa Europa que se limita exclusivamente nos seus fundos? Porque nos habituamos a olhar a “Europa” da visão mamífera. A vaca que dá leite até que o leite se vai fazendo escasso, e também ela perde o seu interesse. Com os fundos dos quadros comunitários a terminarem e uma Europa economicamente mergulhada na mais profunda crise pós-guerra, obrigar-nos-ão as circunstâncias a reflectir sobre o afastamento e desinteresse eleitoral que ontem, e mais uma vez, foi um desagradável vencedor.

O problema não é exclusivamente nosso é bem maior. Acreditemos que não decidamos fugir às respostas bocejando um saudável e reconfortante lamento “isso é problema lá de Bruxelas”!
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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Manuela 1 - Obama 0




















Depois da contratação da equipa de Obama para a produção de plástico da campanha de Sócra... perdão, de Vital, mais uma vez se prova que o que conta é o reduto essencial de um político, a sua humanidade, decência e competência. E contra isso não há novo-riquismo que aguente.
Autor: João Marques 0 Comentários

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Interpretações internas à parte


A verdade é que houve alguns factos eleitorais interessantes.

O título deste post prende-se exclusivamente com o facto de, habitualmente, os Partidos encontrarem sempre uma interpretação política para os resultados eleitorais de forma a mostrarem-se como vencedores. Ressalvam-se casos particulares como as eleições de 2005 em que a direita se declarou derrotada.

Mas vejamos o que traz de novo este acto eleitoral desmistificando desde já uma leitura que tem sido corrente nos meios de comunicação ontem e hoje. Esta não é a primeira derrota do PS de Sócrates. Não nos esqueçamos que Soares, candidato a PR pelo Partido Socialista, ficou em terceiro lugar e ainda que se tentasse explicar que o PS tinha na verdade dois candidatos, facto é que Cavaco Silva teve mais de metade dos votos evitando a segunda volta, ou seja, teve mais do que todos os outros partidos juntos.

O que de novo este acto eleitoral traz é a cara do PS (Sócrates) ficar abaixo (e bem abaixo) dos 30%. teve menos votos e uma percentagem inferior a Santana, o seu opositor em 2005.

É por isso uma catástrofe para as aspirações socialistas nas restantes eleições deste ano e particularmente para as legislativas.

Mas este acto eleitoral tem mais surpresas. O Bloco de Esquerda sobe para a terceira força política pela primeira vez tendo a sua maior votação de sempre. Mas tal resultado não deverá escamotear a prestação dos comunistas que conseguem subir a votação (absoluta e relativa) obtendo o melhor resultado dos últimos 15 anos. Simplesmente o BE subiu mais que o PCP.

Por último, também o CDS subiu humilhando as sondagens que, invariávelmente, colocam o partido de Paulo às "Portas" da morte.

Quem também subiu e venceu foi o PSD que fica, porém, longe de um cenário que lhe permita, com ou sem coligação, uma maioria que garanta estabilidade.

A direita continua atrás da esquerda. O que agrava ainda mais a situação é que, tendo subido os dois partidos da extrema esquerda (perfazendo mais de 20% do eleitorado), impede que o PS conquiste uma maioria absoluta só com um partido. Ou seja, podemos assistir, pela primeira vez nos tempos da democracia tranquila, a uma indigitação de um Partido não vencedor de acordo com o cenário eleitoral que garanta a melhor solução de Governação sendo certo que uma coligação entre PS, BE e PCP não será, porventura, a melhor das opções e não se prevê que a Direita conquiste maioria.

Estará encontrado o mote para o bloco central?

A mim parece-me que sim mas parece-me mais. Parece-me que, a acontecer, estaria a dar-se mais espaço aos partidos de extrema esquerda e ao CDS para crescerem na oposição a um Governo central. Isso para mim seria lançar o caos institucional numa AR com uma maioria silênciosa e várias minorias a acotovelare-se para assumir protagonismos. Entretanto no seio Governativo PS e PSD lá se confundiriam até que algum tentasse arranjar motivo para atribuir culpas ao outro para o fim do pacto de regime. Espero que não aconteça.

Mas eu também esperava que não acontecesse uma subida excessiva dos votos nos partidos extremos e ela lá aconteceu....
Autor: Tiago Sousa Dias 0 Comentários

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Sondagens Europeias

Um dos métodos mais inovadores e poderosos (leia-se certeiros) de estimar resultados eleitorais tem sido a utilização de simulações, nomeadamente nos EUA.

Para as Eleições Europeias, a corretora de apostas Betfair (que é uma bolsa de apostas e não uma casa de apostas tradicional) apresenta mercados para alguns países europeus, com destaque para o Reino Unido.

De acordo com as mais recentes apostas(que confirmam de resto os resultados de sondagens), o UKIP (UK Independence Party, que defende a saída do Reino Unido da UE) surge à frente do partido actualmente no poder, o Labour é claro. Na prática isto significará qualquer coisa como 15 Deputados.

O UKIP é o partido que gosta de "decorar" as sessões plenárias com números de circo - vestindo t-shirts com mensagens de propaganda ou contrastando com o cinzentismo de muitas intervenções com discursos inflamados .
Autor: Pedro Pinto de Sousa 0 Comentários

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A arma secreta

Amigos meus criticam-me o facto de não abordar o CDS-PP nestas crónicas. Têm razão. Por isso, reparo a omissão.

No anúncio da lista para o Parlamento Europeu, o CDS indicou que busca eleger três candidatos. O falado trio de cabeças-de-lista tinha esse propósito. E, há dias, Paulo Portas assegurou que o seu partido será o que mais vai subir. A aposta é forte.

Tem surpreendido, assim, que a candidata número 3, a deputada Teresa Caeiro, vice-presidente do partido, a mais-valia decisiva da lista e baliza da ambição de conquista, ainda não tenha aparecido: nem na pré-campanha, nem nesta primeira semana. Nuno Melo anda com o líder do partido. Diogo Feio já apareceu. Mas de Teresa Caeiro… nada! Até poderia dar a ideia de que pretendem mantê-la escondida.

O meu pensamento é outro: está certamente guardada para a última semana, como a arma secreta do CDS-PP, trampolim para a eleição dos três eurodeputados.

Não seria a primeira vez que Teresa Caeiro faz esse sacrifício dos últimos minutos. No referendo para liberalização do aborto, em 2007, a deputada Teresa Caeiro aguardou exactamente o último dia de campanha para anunciar na imprensa, dois dias antes do voto, que divergia do partido e não votaria “Não”. Deixou a ideia de que votou “Sim”. E, seguindo essa linha, tem-se destacado também na defesa do casamento homossexual, afirmando, em entrevista, sentir a missão de mostrar que a direita não é tacanha e retrógrada.

A posição estratégica como terceira candidata traduz por certo a exposição desta nova modernidade pela direcção do CDS-PP. E nisso assenta a minha convicção de que Teresa Caeiro não está escondida; antes guardada para arrasar na recta final em defesa da liberalização do aborto e do casamento homossexual, temas que são frequentes nos debates no Parlamento Europeu.”


[Ribeiro e Castro na Rádio Renascença]
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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O Islamismo no Mundo Ocidental




Chega a ser assustador...
Vejam até ao fim porque vale a pena.
Autor: Nuno Campo 2 Comentários

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Justiça integrada


A União Europeia é, por excelência, um espaço de integração e harmonia. Integração e harmonia ao nível do ambiente, do comércio, das políticas comuns de agricultura e pescas. Mais recente é o modelo social europeu pelo qual o eurodeputado Silva Peneda tanto tem batalhado, é mais uma amostra da vontade comum dos países da União em unirem esforços na luta por interesses comuns e por uma melhor integração. O Euro, as fronteiras, a liberdade de circulação de bens... e a justiça?
Não obstante os diversos esforços em uniformizar procedimentos (ex. o mandato europeu de captura ou o Tribunal de Justiça das Comunidades), a verdade, porém, é que é uma área da governação onde mais atrasada está a integração e o processo de harmonisação europeia. Veja-se a titulo de exemplo o caso português em que, aquele a que se chama, o “novo código de processo civil”, ainda não atingiu a maioridade (faz este ano 14 anos de vigência) e já sofreu centenas de actualizações e umas belas dumas reformas. A reforma da acção executiva, por exemplo, é um caso típico de diarreia legislativa onde parece que ninguém tem em conta a necessidade de estabilidade procedimental e processual para que bem saibam os actores da justiça, actuar em favor da sua realização. E se não bastasse esta panóplia de actualizações, ai que se fala de um regresso ao passado com nunces do presente. Pois é! Fala-se de voltar ao modelo antes dos “P´s” e dos “C´s” mas... digitalizado. Ora, seria interessante admitir as confusões, paradoxos e bolas ao poste desde então (2003), e reconhecer que afinal, aqueles senhores que em 2003 e 2004 lutavam pelo regresso ao passado, não eram apenas os velhos do restelo que tinham preguiça em aprender a usar o computador, mas tinham a noção clara dos erros e sobretudo das insuficiências do modelo que aí estava predefinido.
Ora, e o que se passa lá fora? Lá fora, por exemplo, há recursos de amparo! Coisa que em Portugal se acha indigno para a magistratura. Ora, achamos indigno que um Juiz profira um acordão inconstitucional porque os juízes não “inconstitucionalizam”, mas não achamos indigno que esse mesmo acórdão seja objecto de “revista” nas comunidades porque... sabe-se lá porquê. Mas mais e pior se encontra.
É que se falamos de liberdade de circulação de pessoas e bens, liberdade e igualdade no trabalho, temos que admitir que algo está mal na justiça. Senão vejamos. Um aluno de Direito cá em Portugal tem uma série de privilégios por ser estudante no espaço europeu. Isto porque, quando acabar o curso, ele próprio decide se quer cá ficar ou ir trabalhar para Inglaterra. O único problema é que chega a Inglaterra e não pode ser advogado por que lá usam a Common Law. Vai então para Bruxelas ou França... mas não o querem porque não percebe nada da legislação nacional desses Estados e mesmo que faça o exame de integração à Ordem Nacional do país de acolhimento, não cobre a legislação toda e como tal, fica de fora.
Porque não um Código de Processo Civil para a União Europeia? Porque não um processo Administrativo harmonisado para a União Europeia? Porque não regras de investigação criminal comuns no espaço europeu? Porque não processos de apreciação de constitucionalidade semelhantes com as vicissitudes dos diferentes regimes e órgãos de soberania? Porque não uma justiça única para a europa?
Autor: Tiago Sousa Dias 2 Comentários

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Sondagem Aximage (amanhã no CM)

A sondagem da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã (publicada amanhã) dá uma vantagem de sete pontos ao PS nas eleições para o Parlamento Europeu. Abstenção atinge 64,7%.

O PS recolhe 38% das intenções de voto nas eleições para o Parlamento Europeu, o PSD recolhe 31,1% das intenções de voto, segundo o mesmo estudo, o que abriria a possibilidade de eleger oito eurodeputados, o Bloco de Esquerda surge como a terceira força política mais votada, ao alcançar 8,5% das intenções de voto. Com este comportamento, o BE conseguiria eleger mais um deputado, aumentando a sua representação para dois representantes. O PCP manteria os seus dois deputados no Parlamento Europeu, com uma votação de 7,9%, e o CDS conseguiria eleger um deputado, passando a quinta força política mais votada, com 6,3% das intenções de voto.



Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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Jogo das 10 diferenças!




Será que alguém ainda vai em cantigas??
Autor: Nuno Campo 0 Comentários

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Perguntar não ofende

Já vi a Dra. Ilda Figueredo - cabeça-de-lista da CDU ao Parlamento Europeu e cabeça-de-lista da CDU à Câmara de Gaia - várias vezes com este casaco, enquanto distribui panfletos em defesa dos trabalhadores e dos salários.

Considerando que perguntar não ofende: qual a marca do casaco?
Autor: João Pedro Lopes 1 Comentários

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Liberta(s) ?

Um dos aspectos mais intrigantes da actual campanha para as Europeias é a presença de um novo movimento anti-Tratado de Lisboa, o Libertas, que concorre com listas próprias em muitos países europeus.

Em Portugal o movimento "infiltrou-se" nas listas do MPT, que segundo relatos dos jornais, tem mais de um milhão e 200 mil Euros para gastar na sua campanha...

As motivações e origens da fortuna do milionário irlandês que encabeça o movimento, Declan Ganley, são pouco transparentes. Bem-sucedido ao encabeçar o movimento anti-Tratado Lisboa na Irlanda, Ganley fundou o Libertas com o objectivo de formar um grupo político autónomo no Parlamento Europeu.

No seu blogue, o correspondente do Economist em Bruxelas sugere porquê.
Recuperando declarações públicas do antigo Secretário de Estado dos Assuntos Europeus de Nicolas Sarkozy, Jean Pierre Jouyet (que exerceu funções durante a Presidência francesa), o colunista sugere que Ganley poderá também servir de testa-de-ferro daqueles que em Washington receiam que o Tratado de Lisboa converta a UE numa potência multilateral mais poderosa...

Já agora, segundo a mesma fonte, o Libertas arrisca uma claríssima derrota eleitoral no 7 de Junho e a possibilidade de formar um grupo político autónomo não deverá passar de uma miragem.
Autor: Pedro Pinto de Sousa 0 Comentários

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Aconteceu-me em Bruxelas!

Todos nós ,que viajamos de avião, estamos familiarizados com as restrições que são, de há uns tempos para cá, colocadas à bagagem de mão dos passageiros.
Por vezes, lá temos que deixar uma embalagem de shampô novinha, ou um frasco de perfume, porque têm mais de 100ml, e como tal não podem ser transportados connosco (mesmo que estejam no casco...népia, não dá para levar).
Nem mesmo uma garrafa de água! Confesso que por vezes me tira do sério, esta nova panóplia de medidas, supostamente de segurança.
E digo supostamente, porque depois de um apertado exame às nossas sacolas, malas e maletas, depois de tudo ser passado no raio x e depoisde sermos devidamente "apalpados", podemos ir comer qualquer coisa antes de embarcar e abrir o paozinho com um facalhão idêntico a este que podem ver na imagem...
Coincidência ou não, este insólito teve lugar no aeroporto de Bruxelas antes de eu embarcar para o Porto...

Há coisas fantásticas não há? É esta a segurança dos aeroportos da Europa!!?



Autor: Nuno Campo 3 Comentários

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A culpa esteve em Nice, dirão eles dia 7 de Junho

Afirmação de fuga muito usada em noites eleitorais parece estar de volta nas mais variadas análises aos possiveis cenários de resultado eleitoral. Torna-se evidente e sabido que no dia 7 de Junho todos os partidos perdedores dirão que apesar de reduzirem os seus deputados, tal facto estará associado à redução do número de deputados portugueses no PE e não a qualquer quebra de confiança dos eleitores no seu partido.

Tal desculpa será, entre muitas outras e tantas quantas as imaginações dos candidatos permitir, apresentada como o resultado de uma novidade incontrolável e decidida em Nice. Mesmo quem mantiver os mesmos deputados dirá, aposto, que ganhou. É que agora eram só 22 e não 24, como em 2004. Nada mais errado.

Como tal, por uma questão de objectividade e para evitar dúvidas, deixo desde já o único critério que considero minimamente aceitável. Serão derrotados os partidos cujos resultados forem inferiores ao seguinte: PS - 12 mandatos, PSD - 7 mandatos, PP - 2 mandatos, PCP - 2 mandatos e BE - 1 mandato.

A perda de lugares e o grau de dificuldade em manter é repartido por todos. Mais acresce que a derrota não se prende apenas no número de cadeiras em que se sentam. Mas sim na perda de influência que o partido conseguirá. Parece-me evidente que um partido com 12 deputados é diferente de um com 8 porque perde influência, perde poder negocial, perde lugares, e no PE, com 7 [creio], p.ex., perde o direito a uma vice-presidência, etc....
Autor: João Pedro Lopes 0 Comentários

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